O novo álbum dos Arctic Monkey está aí mesmo à porta e já circula no Youtube o single de avanço deste trabalho que vem sendo descrito pela imprensa como mais pesado ou mais negro.
Segundo a Blitz, que já ouviu as 10 canções presentes neste álbum, os ingleses terão mesmo “mudado de pele”, com um som marcado por uma maior carga dramática, sendo também menos directo e óbvio que os seus antecessores.
Também se fala num aspecto curioso, que é o facto de só ao terceiro álbum a banda ter optado por aparecer na capa de um dos seus discos; é mais comum optar por essa estratégia nas estreias (assim como usar designações homónimas para os álbuns), para vincar bem quem são e para garantir que todos ouvintes ou espectadores se fixem naquele nome e naquelas caras.
Ainda em relação ao som da banda, parece que o vocalista dos A. Monkeys trouxe alguma bagagem do seu outro projecto, os The Last Shadow Puppets, com quem faz uma parceria de sucesso com Miles Kane, dos The Rascals, porque se nota muito o uso dos elementos clássicos que explora nesse projecto paralelo. Há temas no álbum de estreia dos The Last... que recordam ambientes à lá James Bond.
De qualquer forma continuam a ser os Monkeys de sempre, com aquela atitude descontraída de putos a tocar com os amigos e só desejo é que continuem assim por muito e bom tempo, porque às vezes parece que é aí que as bandas todas morrem: quando deixam de tocar como amigos e começam a criar pressões e complicações e a esquecerem-se porque é que se dedicaram à música “in the first place”.
Co-produzido por Josh Homme, dos Queens of the Stone Age, "Humbug" (o nome do trabalho) chega às lojas pelo final de Agosto. A esperança que os fãs portugueses têm é que a tourné mundial que por certo farão, tenha passagem marcada por Portugal, para os revermos, já com temas novos e tudo.
Agora, o alinhamento de Humbug e de seguida, um vídeo do Youtube com o novo single – já agora vejam lá se não viam este tema a fazer de banda-sonora para o Harry Potter...
Alinhamento de Humbug , terceiro disco dos Arctic Monkeys :
1. My Propeller
2. Crying Lightning
3. Dangerous Animals
4. Secret Door
5. Potion Approaching
6. Fire And The Thud
7. Cornerstone
8. Dance Little Liar
9. Pretty Visitors
10. The Jeweller's Hands
domingo, agosto 09, 2009
Novo álbum dos Arctic Monkeys já "singla"
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Comunicado sobre comunicado
"Este filme não está mais disponível devido à reivindicação de direitos autorais Warner Music Group" - esta informação pode-se ler num dos post abaixo, mais precisamente no post sobre os Muse, banda que pouco ou nada ganharia se mantivesse o vídeo aqui no meu pobre canto, que tão poucas visitas tem. Mas se multiplicarmos milhões de cantinhos como este, vamos ter uma grande dose de "boca-em-boca", à boa moda antiga; divulgação barata de um produto.
Fiquem lá com o vídeo.
De qualquer modo, procurem no Youtube, que há lá mais.
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"Bass solo, take one"
Já há muito que não recordava este "número de circo". Ouvi-o aqui no blog e resolvi deixar um post com este "cromo do baixo já falecido" ao vivo, a debitar solos de baixo como se fosse uma guitarra desenhada para um louco. É insano, é bom e nunca visto, nem nunca repetido.
Enjoy.
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sábado, agosto 08, 2009
Rádio Macau, Livro pirata/disco pirata
Vou começar a ler este livro, que já anda na minha estante há uns anos. Já o tinha começado a ler, mas nunca terminei. Saiu num daqueles número especiais da Blitz (acho que ainda na versão impressa em jornal), juntamente com o Disco Pirata, que é, se a memória não me atraiçoa, um CD editado ao vivo.
Acho que nunca peguei muito nem num, nem noutro porque nunca foi uma banda que me cativasse muito. No entanto, vou-me obrigar a ler e a ouvir estes dois que tenho cá em casa.
Entretanto, espreitei a página da editora responsável por este lançamento, a 101 Noites e relembrei alguma informação que já tinha escapado da minha memória.
Este CD + Livro serviram para assinalar os 20 anos de carreira dos Rádio Macau. A banda convidou alguns amigos de áreas profissionais diferentes, mas que de uma forma ou de outra os acompanhou durante o percurso que foram estas duas dezenas de anos. A ideia seria pegar nas letras das canções e desenvolver narrativas a partir daí.
Nele escreveram: Vítor Santos, Jorge P. Pires, Rui Monteiro, Ana Matoso, Flak, Ana Cristina Ferrão, Rodrigo Cortez, Pedro Gonçalves, Tiago Gomes, Pedro Malaquias, Patrícia Brito, Henrique Amaro, António Pires, Vítor Belanciano, JP Simões, Nuno Miguel Guedes e Jorge Palma.
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Raul Solnado - o Senhor da Guerra
Durante a minha infância, e apesar de não ser do meu tempo, ouvi muitas vezes a história da Guerra de 1908, contada por este senhor muito divertido. Quem é que resiste à ideia da guerra ter hora de abertura e de fecho, ou usarem as mesmas balas, ou servirem-se do mesmo avião vez à vez com o inimigo?
Há muito tempo que já não ouvia falar nele e agora surge esta notícia.
Fará sempre parte das minhas referências culturais do nosso país, aquelas marcas que mesmo não estando directamente presentes na minha vida, eu sei que trouxeram alguma coisa à minha maneira de ser.
Morreu hoje, perto do final da manhã, mas não podemos deixar de o lembrar e assim ele há-de viver eternamente.
Oiçam e divirtam-se com esta peça, a mais famosa do humorista Solnado, a da Guerra de 1908.
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Diogo Morgado contracena com Al Pacino
O actor Diogo Morgado vai participar no filme “Mary, mother of christ”, de James Foley e irá contracenar com grandes vedetas do cinema, nomeadamente Al Pacino, Peter Otoole e Jessica Lange.
A longa-metragem conta a história de José (personagem interpretada pelo português) e Maria até ao nascimento de Jesus. Segundo o próprio, a oportunidade surgiu de forma bastante natural, não sendo uma obsessão, nem um objectivo a que se tinha proposto. O seu nome foi associado à produção deste filme enquanto frequentava um curso de realização em Los Angeles e o seu agente lhe conseguiu uma audição.
Assume também saber que não foi a primeira escolha para representar este papel e que não está a ser pago como as restante figuras de Hollywood, mas mostra-se confiante neste projecto, que pode ser uma oportunidade para aprender com actores que são mais que uma referência para si, são uma referência para o mundo do cinema e da representação.
Diogo Morgado começou a carreira aos 14 anos, na moda, mas ganhou notoriedade com a sua participação no tele-filme da Sic “Amo-te Teresa”. Depois participou em mini-séries, na “Floribela” e na novela “Vingança”.
Mais um português a levar o nome do nosso país lá fora, para que se lembrem que somos mais que uma colónia espanhola.
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Nem morto, nem com muita paciência...

Nem fui capaz de o ver todo - igual a todos os outros filmes do género.
Não é uma coisa que normalmente faça, mas desta vez não consegui, não aguentei mais do mesmo; não vi este filme até ao fim.
Ainda assim, fica aqui a sinopse: depois da morte acidental de Kate, a sua noiva, no próprio dia do casamento, Henry concorda de forma relutante, em consultar uma vidente chamada Ashley. Os dois acabam por se apaixonar, mas o fantasma de Kate regressa para tornar a vida deles num inferno.
Acho que não estrago a surpresa a ninguém se disser que no fim tudo acaba bem, que Henry e Ashley vêem a sua relação abençoada pela ex-namorada defunta.
Quanto muito, sugiro que o vejam num domingo à tarde em casa, porque não merece o dinheiro de um bilhete de cinema, ou a compra em qualquer loja da especialidade.
Título original: Over Her Dead Body
De: Jeff Lowell
Com: Paul Rudd, Eva Longoria, Jason Biggs, Lake Bell
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Get Smart? Com este filme não
Baseado numa famosa série dos anos 60, este filme não pretende ser uma continuação de coisa nenhuma, antes um paralelismo à reedição do filme Pantera Cor-de-rosa, com Steve Martin, no aspecto de clássico da comédia actualizado com novos actores, com novos gadjects e efeitos especiais.
O conceito do filme é o mesmo da série de TV, e terá nascido numa altura em que os filmes de James Bond gozavam de muita fama e sucesso. Os produtores Leonard Stern e Dan Melnick, associados a Mel Brooks e Buck Henry, idealizaram uma série cómica com os mesmos ingredientes, a espionagem e a Guerra Fria.
Neste caso, a história anda à volta do analista de informação Maxwell Smart, que pretendia ser promovido a oficial de campo e consegue-o num momento em que o quartel general da Control (agência secreta de espiões) é atacado, deixando a organização enterrada num caos...
Desinteressante, enfadonha, com poucos momentos de alguma graça, um filme para ver num fim-de-semana, sobretudo se não houver mais nada para fazer.
Intérpretes: Steve Carell, Anne Hathaway, Dwayne Johnson, Alan Arkin
País: EUA
Género: Comédia, Crime
Realização: Peter Segal
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Walt Disney Concert Hall
No fim-de-semana passado estive a ver o filme Get Smart; um filme não muito interessante, mas uma daquelas comédias que se consomem sem agitar antes de abrir - acho que já nem me lembro bem da história.
Mas o que interessa, é que já perto do final, surge um elemento que suscitou muito interesse cá por casa: o Walt Disney Concert Hall.
Este edifício foi projectado pelo arquitecto Frank Gehry e desenhado para ser uma das mais sofisticadas salas de concerto do mundo - para além do aspecto acústico e do forte sentido estético, foi desenhado a pensar nas pessoas com deficiências. Repare-se nos acessos para cadeiras de rodas e um sistema de som com auriculares para os que têm problemas de audição.
Houve um grande esforço fazer desta sala de espectáculos um auditório perfeito, com a melhor acústica possível e com um arrojo estético que faz logo lembrar Frank Gheri. Ao olhar para Disney Concert Hall é natural lembrar o Museu Guggenheim em Bilbao, do mesmo arquitecto.
Espero um dia poder visitá-lo e ter o prazer de assisistir a um espectáculo lá.
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sexta-feira, agosto 07, 2009
Mutemath
"Caso o prezado leitor aprecie a grandeza épica de uns U2 ou de uns COLDPLAY, admire os POLICE dos tempos de "Ghost In The Machine" ou "Synchronicity", vibre com os "novos" THE KILLERS de "Sam's Town" e não seja como eu, alérgico a qualquer tipo de som conotado com a expressão "Christian Rock" (porque será que este termo me lembra de imediato os CREED? Urrrghhh!!!), então deixe-se ficar por aí, pois é bem provável que vá gostar de conhecer os MUTE MATH."
(Astronauta; in http://www.planeta-pop.com/)
Formados em Nova Orleães, em 2001, o grupo composto por Paul Meany (voz/teclados), Darren King (bateria), Greg Hill (guitarra) e Roy Mitchell-Cardenas (baixo) chamou a atenção das editoras e entidades ligadas à música em 2004, após a edição do EP de estreia, intitulado "RESET". As vendas desta primeira maquete foram tão boas que a Warner Bros Records propôs de imediato um contracto discográfico com a banda.
A fama que a banda tem, com um grande número de fãs espalhados pelo mundo, deve-se ao seu web site e suas grandes performances aos vivo. Em entrevista à Blitz, dizem culpar "os últimos quarenta anos de música", justificando o uso de várias linguagens musicais, que os levam de sons mais experimentais à mais convencional pop.
O álbum de estreia, homónimo, saiu em Setembro passado (2008).
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Anjos e Demónios
Este filme é uma prequela do filme Código Da Vinci, inspirado no romance com o mesmo nome, escrito por Dan Brown.
O simbologista Robert Langdon (Tom Hanks) é chamado a colaborar na investigação da morte de um investigador num centro de pesquisa Suíça.
Ao conseguir decifrar na marca deixada no peito do físico a assinatura dos Illuminati, uma sociedade secreta julgada extinta há quatrocentos anos e que tem como objectivo destruir a Igreja Católica, Langdon e a investigadora Vittoria Vetra (Aylet Zurer), filha do físico assassinado, são levados para a Cidade do Vaticano, para tentar resolver o mistério.
Crueldade e violência são mostradas da forma mais chocante possível e o mistério e a sucessiva descodificação das pistas criam um suspense permanente até ao final.
Não fiquei particularmente impressionado com o filme; o desenvolvimento da trama é bom, porque tem mistério e intriga, mas o desfecho, apesar de representar uma reviravolta, não tem a mesma carga dramática que o resto do filme tem.
No entanto, talvez porque vi o filme em duas sessões diferentes, tenha havido uma quebra na minha atenção ao filme, talvez tenha ficado distanciado da intriga, que durante o filme é tecida à nossa volta, como uma teia.
Realizado por Ron Howard
Com Tom Hanks, Ayelet Zurer, Ewan McGregor
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The last legion
O poderoso Império Romano é ameaçado por exércitos estrangeiros. Oreste assiste à coroação do seu filho, Rómulo Augusto, com apenas doze anos, mas o jovem é alvo de inúmeras ameaças. Rómulo acaba por ser capturado pelos bárbaros.
O filme é tão bom, que tive que reler a sinopse, porque já me lembrava da história.
O resto, a aventura, é a busca e missão de salvamento montada por Aurélio, o guarda pessoal do jovem raptado.
Para além de ser um filme básico de aventuras, só me lembro pensar que o Colin Firth não foi nada talhado para fazer de heroi de capa e espada.
Deve ter sido um daqueles domingos...
A Última Legião
Título original: The Last Legion
De: Doug Lefler
Com: Colin Firth, Ben Kingsley, Aishwarya Rai, Peter Mullan, Kevin McKidd
Género: Acção, Aventura, Guerra
Classificacao: M/12
EUA/FRA/GB, 2007, Cores, 110 min.
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quinta-feira, agosto 06, 2009
The hangover
De casamento marcado para daí a dois dias, Doug Billings decide despedir-se da sua vida de solteiro nas loucas noites de Las Vegas com os seus três melhores amigos. Depois de uma noite, durante a qual tudo parece ter acontecido, acordam na manhã seguinte sem qualquer recordação... é preciso acrescentar mais? É.
Este filme corre na categoria de comédia parva, como o American Pie, ou o Roadtrip, mas consegue ser muito melhor. Não cai em lugares comuns e tem no elemento surpresa o seu grande trunfo. Não é fácil adivinhar a cena seguinte, quanto mais o final da história.
Vale sobretudo pelo inesperado e inusitado das situações que vão surgindo, deixando por vezes o espectador sem fôlego, numa mistura explosiva de comédia e susto, adrenalina.
Se calhar também é melhor que os outros que mencionei, porque não mete problemas intestinais, sexo e arrotos. Não. Há humor, sem ser preciso recorrer a esse tipo de humor.
Acho que não me lembro de ter alguma vez visto um filme que misturasse humor e suspense. Normalmente, este associa-se ao terror.
Ah, isto porque o filme gira não em torno da noite em que se perdem de bêbados, mas no dia seguinte, quando tentam lembrar o que aconteceu, de como é que estão num quarto de hotel com um bebé, de como lá foi parar um tigre da selva e de como perderam o noivo.
Vale apena ver.
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Color me, Kubrick
Este filme foi comercializado em 2005, mas só o vi há umas semanas atrás.
Uma comédia encabeçada pelo norte-americano John Malkovich e realizada por Brian W. Cook, conta a história de um homem que se fez passar por Stanley Kubrick.
Usando a sua credibilidade aos olhos de todos os queriam conhecer o realizador, este impostor lucrava com a aparente ingenuidade de todos os que se atravessavam no seu caminho. Quer fosse para conseguir sexo, comida, dinheiro, ou estadias em hotéis de luxo, tudo era conseguido com a simples menção do nome Stanley Kubric.
No entanto, o curioso é que esta história baseia-se no facto verídico de efectivamente alguém se ter feito passar pelo realizador inglês - mais bizarro é que nem no filme, ou na vida real, o charlatão não tinha qualquer semelhança física com o Kubrick.
Destaque ainda para a grande representação de Malkovich e concluo que todo o filme é muito bom, embora tenha momentos em que a própria trama se confude, confundido-nos a nós, espectadores.
De qualquer forma, é um excelente exercício daquilo que é a forma das pessoas lidarem com a fama, embora neste caso o realizador só explore a relação do indivíduo com a fama dos outros. A percepção que fica da inocência a que alguém se remete quando ouve um nome famoso e age absolutamente condicionado por isso é fantástica e muito bem explorada neste filme.
Além disso acho há muito tempo que se exigia um filme com um título apelativo!
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Recriação histórica - O exército Napoleónico em Mafra
Num destes fins-de-semana que passou, vi um pouquinho da Recriação Histórica que todos os anos levam a cabo a autarquia e população de mafra.
Eu só espreitei a representação na zona da entrada e do claustro, embora com pena, porque realmente há uma grande dedicação e vontade neste projecto. Está tudo muito bem representado, pelo menos ao olhar de quem não é entendido na matéria histórica.
Não tirei fotografias, nem tenho muito a acrescentar, pelo pouco que vi. Posso lembrar que há uns dois anos assisti à representação no Jardim do Cerco e que gostei muito. Vivia-se o séc. XIX num fim de semana dos dias de hoje. É muito importante conhecermos a nossa história e estas iniciativas são óptimas para os mais novos, mas também para os mais velhos, porque não é uma iniciativa a pensar na juventude, antes na História e na cultura do nosso país.
Consegui um prospecto:
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The Darjeeling Limited
Este filme é daqueles de que não gosto muito de falar. Sinto que não tenho opinião bem formada a respeito do mesmo e fico cheio de dúvidas sobre se era bom, se era mau, se gostei ou não.
Realizado por Wes Anderson, parece ter bons ingredientes para o sucesso, mas fiquei com ideia de que falta alguma coisa ali para ser uma obra prima.
A história gira em torno de três irmãos com uma relação conturbada entre si e que já não se falavam há um ano. Mas um dos irmãos, o personagem protagonizado por Owen Wilson, convence os outros dois, depois de ter um acidente de viação, a ver a vida de outra forma e a reatarem a relação que deveria existir entre eles.
Inicia então, com os seus irmãos, uma viagem de descoberta pela Índia, como o próprio pretendia fazer-los querer.
Como se trata de uma comédia "vai de" acontecer uma série de peripécias, bem ao jeito de um daqueles filmes do "Com jeito vai...". Acabam abandonados no deserto depois de uma série de problemas que acontecem no comboio, o que fez mudar radicalmente os planos de todos.
Ou seja, tem todos os elementos para ser um bom filme, mesmo para quem não aprecie comédias, porque não é muito óbvio, mas ficou à quem das expectativas deixando-me a mim com sabor a pouco.
Ainda de destacar a presença de Bill Murray entre o elenco, que só aparece no início e no final do filme, o que também deixou água na boca. Teria sido interessante ter participado mais ao longo do filme, se bem que isso concerteza implicaria mudar bastante o guião, já que se pretendia uma viagem a três (os irmãos).
Elenco: Owen Wilson, Adrien Brody, Jason Schwartzman, Bill Murray, Anjelica Huston, Natalie Portman.
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Friends!
Para quem não sabe o que é o Friends, uma dica: vão ver os episódios de tudo quanto for temporada (e são 10!) que conseguirem apanhar, porque vale bem o tempo dispendido a ver e a ouvir o grupo de amigos mais famoso e divertido de sempre.
Agora que já dei a entender que sou um grande fã desta série de TV, vou explicar melhor do que se trata.
Trata-se uma sitcom norte-americana sobre um grupo de seis amigos que vivem em Nova Iorque. Eles são Monica Geller, Ross Geller, Chandler Bing, Phoebe Buffay, Rachel Green e Joey Tribianni. Todos apresentam grandes diferenças entre si e aquilo que os une é uma forte amizade, como se fossem todos irmãos. Nem sempre de acordo uns com os outros, a verdade é que no fim a amizade sobrepõe-se a tudo, ou não se chama-se a série "friends".
Criada por David Crane e Marta Kauffman, o programa já foi transmitido em dezenas de países e todas as vezes que repetem os episódios continuam a ter óptimas audiências.
Em baixo, uma das minhas cenas preferidas.
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1984, por George Orwell
A propósito do último post, um pequeno apontamento sobre o livro "1984".
Esta obra de Orwell conta a história de um funcionário do Ministério da Verdade da Oceania e de como ele põe de lado a indiferença perante a sociedade totalitária em que vive e se revolta. Incentivado pelo amor por Júlia e também por O´Brien, um membro do Partido Interno, ele acaba mesmo por se revoltar e acaba por descobrir que a própria revolta é fomentada pelo partido no Poder.
Foi com este obra que nasceu o conceito "Big Brother", não como programa televisivo, mas como "programa político", como forma de controlar as massas.
1984 é uma metáfora, sobre o poder e as sociedades modernas, e foi escrito com grande urgência, por um lado porque o escritor lutava contra a tuberculose, mas também porque ele queria terminar a obra a tempo, para alertar todas as gerações para o perigo que corriam.
Sendo um dos primeiros simpatizantes da esquerda, percebeu o risco que corríamos ao deixarmos o Totalitarismo chegar ao poder.
Mal desconfiava Orwell que tudo seria piorado e melhorado com o surgimento de novas tecnologias e com o melhor desenvolvimento intelectual das pessoas (embora isto não seja de todo tão certo como uma fórmula matemática) - o facto de haver maior acesso à informação não melhora os julgamentos das pessoas. O acesso à informação foi democratizado, mas a forma como a usamos pode não ser a melhor.
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Muse em Novembro

Ainda falta muito tempo, mas eu já tenho entrada garantida - a 29 de Novembro estarei no Pavilhão Atlântico para assistir ao concerto dos Muse e à provável apresentação do novo álbum.
Depois do "vício" que foi andar a ouvir repetidamente o HAARP (o DVD que os Muse lançaram com a actuação em Wembley), resta esperar que a data chegue. Até lá, posso sempre ir ouvindo o single que já vai rodando por vários sítios, quer seja na rádio ou na internet.
Novo álbum inspirado em "1984", de George Orwell
O vocalista Matt Bellamy revelou que o novo trabalho foi inspirado na obra de Orwell, livro que terá lido na escola, por obrigação, mas que veio a pegar mais tarde, atraído pela história de amor descrita na obra.
O novo trabalho chama-se "The Resistance", é o quinto álbum da banda e sai para os mercados a 14 de Setembro.
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O último concerto a que fui...

Foi já no longínquo dia 20 de Junho, às 22h00, que assisti no Castelo de São Jorge ao concerto dos Deolinda.
O espectáculo estava inserido na Festa do Fado e neste concerto, para além dos Deolinda, podíamos ouvir também a voz da Cristina Branco, em dueto com a Ana Bacalhau, ou a solo.
Estava uma noite de verão espectacular e havia muita gente a assistir, sinal da boa aceitação que o fado tem neste momento entre as camadas mais jovens e de como o fado vive um momento muito saudável.
Continuo a achar que não está directamente relacionado com algum tipo de inovação que os novos intérpretes tenham trazido para o fado, mas antes com o facto de serem pessoas novas a interpretá-lo, com uma postura mais descontraída, ou pelo simples facto de o público mais jovem se rever naqueles rostos, nas vozes, por se sentirem mais próximos e com mais em comum.
Quanto ao concerto, propriamente dito, começou com as canções Mal por mal, Fado Toninho e Não sei falar de amor, temas do álbum de estreia dos Deolinda.
A banda encontra na Ana Bacalhau um poderoso argumento ao vivo, não só pela voz, mas também pela relação que ela estabelece com o público, contagiando-o com uma forte energia e boa disposição - nem o facto de os pavões residentes no castelo se manifestarem por vezes a meio das canções a fez tremer.
A entrada de Cristina Branco foi apresentada como “uma das mais belas vozes do fado actual” e veio trazer um pouco mais de “fado” à noite, com um leve tom de nostalgia com a música “Lisboa não é a cidade perfeita”.
Todos os temas tiveram sempre um interlúdio, um pequeno enquadramento “estórico”, como que estando a vocalista a contar estórias para adormecer, pela doçura e delicadeza com que a vocalista dos Deolinda nos transmite os significados daquilo que canta.
Ainda houve lugar a duetos, como em “Margarida”, poema de Álvaro de Campos, com as vozes das duas vocalistas a nem sempre encaixarem muito bem, mas a resultar naquilo que se pretendia – um ambiente festivo e descontraído.
No final, quando o público pedia mais, os Deolinda regressaram ao palco para repetir alguns temas, porque a verdade é que a banda ainda só tem um trabalho editado. Se calhar já era altura de pensar num novo trabalho e perceber se são mais um fenómeno condenado ao esquecimento, ou se vão por cá andar muitos anos.
Seja como for, é bom ver a música portuguesa a salvar-se a si mesma, sem ser preciso impingir as tais cotas nas rádios, que estabelecem mínimos de música nacional a rodar no airplay. E isto apesar de, pelo menos na minha humilde opinião, bandas como os Deolinda , ou num espectro mais rock, os Pontos Negros e outros que tais, tenham beneficiado muito da exposição na Antena 3, rádio que tem estado muito associada ao lançamento e promoção de bandas nacionais. Se calhar também porque tem procurado grupos novos e artistas, não se fixando no tradicional cancioneiro que afastava os ouvintes da música que por cá se faz.
Isto tudo para dizer, também, que no estrageiro já não somos só a Amália Rodrigues. Temos muita gente a levar o nome do nosso país, apesar de alguns não terem tanto feed-back junto do nosso país como por exemplo a Mariza, que tem sido apontada como sucessora da Amália, provavelmente até pela projecção que tem tido lá fora. Bandas como os Moonspell, Deolinda, X-Wife, Legendary Tiger Man, etc, têm tido uma boa exposição junto dos públicos estrangeiros. No caso da Cristina Branco, por exemplo, ela tem muito público na Holanda, onde se calhar até goza mais prestígio que dentro do seu próprio país.
Por tudo isto e mais alguma coisa, fico feliz por ter assistido a este concerto, naquela bela noite de verão e mais fico por ver a música portuguesa a ganhar um grande fôlego e a sair da zona de segurança a que sempre fomos remetidos. Temos muitos e novos projectos, que só precisam que seja dada a oportunidade de tocar e promoverem-se a si próprios, pela sua qualidade.
1. Mal por mal
2. Fado Toninho
3. Não sei falar de amor
4. Contado ninguém acredita
5. Lisboa não é a cidade perfeita (Cristina Branco)
6. Fado mal passado (letra de Júlio Pomar e música de António Vitorino d’Almeida)
7. Quando janto em restaurantes
8. Fon fon fon
9. Eu tenho um melro
10. Ai rapaz
11. Canção ao lado
12. Entre Alvalade e as Portas de Benfica
13. Margarida (Ana Bacalhau + Cristina Branco)
14. Sete pedaços de vento (Ana Bacalhau + Cristina Branco)
15. Garçonete da casa de fado
16. Movimento Perpétuo Associativo
17. Clandestino
18. O fado não é mau
19. É ou não é (Homenagem ao fado)
20. Fado Castigo (Ana Bacalhau + Cristina Branco)
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sábado, maio 30, 2009
A origem da comemoração dos aniversários
Hoje vinha de regresso para casa e ocorreu-me que nem sempre as datas de aniversário foram celebradas e fiquei com curiosidade em saber quando se iniciaram este tipo de comemorações, porque me parece por um lado haver uma espécie de generalização nesta matéria, mas por certo terá sido uma cultura específica a iniciar estas festividades.
Fui então à já muito requisitada wikipedia e encontrei este interessante texto sobre a origem do Aniversário.
Origem da Comemoração
Os vários costumes de celebração de aniversários natalícios das pessoas hoje em dia têm uma longa história. Suas origens acham-se no domínio da mágica e da religião. Os costumes de dar parabéns, dar presentes e de celebração - com o requinte de velas acesas - nos tempos antigos eram para proteger o aniversariante de demônios e garantir segurança no ano vindouro. Até o quarto século, o cristianismo rejeitava a celebração de aniversário natalício como costume pagão.
Os gregos criam que cada um tinha um espírito protetor ou gênio inspirador que assistia seu nascimento e vigiava sobre ele em vida. Este espírito tinha uma relação mística com o deus em cujo aniversário natalício o indivíduo nascia. Os romanos também endossavam essa idéia. O costume de acender velas nos bolos começou com os gregos. Bolos de mel redondos como a lua e iluminados com velas eram colocados nos altares do templo de Ártemis. As velas de aniversário, na crença popular são dotadas de magia especial para atender pedidos. Acreditava-se também que as saudações natalícias tinham poder para o bem ou para o mal, porque a pessoa neste dia supostamente estava perto do mundo espiritual.
(in Wikipedia.com)
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quarta-feira, maio 27, 2009
Varekai
Eu fiz anos há pouco tempo - e a minha querida mulherzinha ofereceu-me uma das melhores prendas que já recebi nos últimos tempos, bilhetes para ver o Varekai, espectáculo do grupo Cirque de Soleil. Posso dizer, e falámos sobre isto no regresso para casa, que pela primeira vez na minha vida não foi só expressão a expressão "ficar de boca aberta", porque fiquei.
É absolutamente fantástico e um dos melhores espectáculos a que se pode aspirar assistir. É desde o início um sonho flutuante, em que a cor nos inunda os sentidos criando a sensação de um cheiro a magia...
Nada parece ser deixado ao acaso no mundo Cirque de Soleil, porque mesmo as personagens que já não estão em cena não desmancham o "boneco". Para além de mágico, profissionalismo é regra.
Foram duas horas e meia de circo, não dei por isso.
Vale apena ver esta pequena amostra tirada do Youtube, se bem que não se compara nem de perto nem de longe a estar lá a assistir.
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"Starlight", Muse
Este tema tem feito parte dos meus dias. Acompanha-me na viagem até Lisboa, para o trabalho e toco-o com os meus amigos, nós, que queremos ter uma banda chamada Amnésia.
Tem qualquer coisa de esperança. Tem qualquer coisa de apaziguador.
Viva a vida.
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terça-feira, maio 26, 2009
O meu mal é sono
Às vezes pergunto-me qual será a sensação de adormecer em paz. Fechar a luz e dormir sem ser atormentado pelos fantasmas que vagueiam neste navio coberto de lodo, preso na maré baixa.
É aos uivos de chicote que muitas vezes se doma a mente perdida por merdinhas ou lá o raio, que por vezes só queria estar quieto. Dizer "até amanhã, que agora vou dormir". Mas isso não existe, porque o tempo urge e eu quero estar acordado (para o ver passar).
Às vezes sonho com um gigante relógio na minha sala, para eu puder apreciar os esplendor do tempo. Vê-lo passar, como só ele sabe fazer. Comparem-no ao espaço; é claro que o espaço é impressionante e nos arrebata, como quando chegamos a um sitio enorme, que nos esmaga pelo tamanho, pela imensidão. Mas o tempo é minucioso e comanda tudo. É ele que no leva do hoje para amanhã!
Mas não confundir - é a saudade que nos leva ao passado, é o sonho que nos leva ao futuro. O tempo só nos leva para a página seguinte.
Por fim, concluo: tenho sono e devo ir descansar, assim o cansaço me vença.
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domingo, abril 19, 2009
Control, um excelente biopic!
E enfim, vi o Control - o biopic sobre o vocalista dos Joy Division, Ian Curtis.
Baseado no livro Touching From a Distance, escrito por Deborah Curtis, viúva de Ian, o filme gira em torno da existência do músico até à data da sua morte.
Reflectindo um pouco sobre o filme, é a perfeita fotografia animada, mas fixa na essência do protagonista; depressivo, fechado, melancólico e nostalgico, como que a querer a cristalização do tempo que foge ao seu controle, o acaso que é a existência - imprevisível. É também uma foto animada, cinzenta, como se o realizador, Anton Corbijn, cedesse à tentação de dar vida ao seu habitual retrato preto e branco.
Mais do que uma descrição sobre as loucuras e vivências de uma banda em tournê e em puro crescimento, a história centra-se na ambiguidade que sempre caracterizou Ian e na destruição do seu casamento (ou não fosse o filme baseado no relato de Deborah sobre o cantor...), devido à sua doença e ao relacionamento extra-conjugal com a jornalista belga Annik, de quem não conseguia abdicar. Os ataques epilépticos eram a âncora que arrastavam Ian Curtis para a vulnaberidade, para um estado de nudez.
De acordo com as críticas que li, parte do sucesso da história deve-se ao grande desempenho do actor principal, Sam Riley, e confirmam-se - Sam capta na perfeição a imagem de descontro-lo que se instala na mente do jovem músico e transmite-nos o medo num olhar ora vazio, ora assustado, os estados que sempre acompanharam a existência do falecido mas nunca esquecido, Ian Curtis.
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sexta-feira, abril 17, 2009
Long time...
O tempo tem faltado - vou suspirando porque tenho visto muito que devia tomar lugar aqui. Hoje olhei para o calendário e apercebi-me que já estão quase dois meses passados desde o último post.
A única forma de emendar isso, é recuperar o ritmo, voltar a escrever.
A lista de filmes já vistos entretanto é grande, estando ainda na memória o Batman - O Cavaleiro das Trevas, O Casamento da Rachel e um dos melhores filmes que vi nos últimos anos: Milk, uma história que teima em ser descrita Gay, mas que não devia ser olhado como uma longa-metragem exótica, antes como um novo olhar sobre uma coisa que deve ser encarada com a naturalidade implícita no filme. Se já me agradava a forma como era encarada a homosexualidade na série Sete Palmos de Terra, em Milk há amor e sexo, à margem de qualquer sentimento de descriminação - há naturalidade.
A história é óptima e melhor é o desempenho do protagonista Sean Penn, que mimetiza na perfeição Harvey Milk.
Num universo substâncialmente diferente, está Marley and Me; um filme que tinha tudo para ser só mais um daqueles títulos domingueiros, intervalado com idas à rua para comprar pão e café, mas consegue transformar-se numa história interessante, a partir do momento em que transcende a simples história "com cão".
À premissa de filme sobre um cão, junta-se uma grande dose de realidade, sobre um cão que é diferente dos outros apenas por pertencer aos protagonistas (porque o nosso cão é sempre especial, mais inteligente e, frequentemente, só lhe falta falar...) e sobre uma família que atravessa problemas e crises comuns. A dificuldade de conjugar os objectivos individuais com as necessidades do agregado, a dificuldade de criar crianças e ter uma vida profissional, as insatisfações e mudanças de planos... o dia-a-dia.
Para concluir, a nova série que tem habitado o leitor de DVD´s cá de casa, durante os últimos tempos: How I Met Your Mother. É a história de um tipo (Ted Mosby) que conta, num futuro algo distante, aos seus filhos a história de como conheceu a mãe deles. No entanto, nunca chega a esse momento e dispersa-se em episódios da sua juventude, com o seu grupo de amigos. Diversão e gags divertidos.
E muito mais vi, muito mais li, muito mais ouvi, muito mais há para conhecer...
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domingo, fevereiro 22, 2009
"Hang The Cyst" - The Last Shadow Puppets
Recordo-me de ir ver os Arctic Monkeys ao Coliseu de Lisboa e ler nos dias seguintes, com entusiasmo, que com certeza a banda britânica já tinha conquistado o público português. Ainda mais certo era que Alex Turner, vocalista e guitarrista do grupo, ficaria por muitos e bons anos ligado à indústria da música, para lá da existência da banda.
Pouco tempo depois descobri este projecto paralelo. Muito bom.
Arrojado, pela forma como vai buscar elementos clássicos da música, fugindo à pop e, acima de tudo, àquilo que se conhece dos projectos mais rockeiros da dupla de músicos.
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"Ulysses" ao vivo; Franz Ferdinand
Este é um dos meus favoritos de ultimamente - tem passado na rádio com frequência e é bastante viciante.
E porque estão na berra, estão aí, a Blitz dedicou-lhes espaço no número deste mês e entrevistou-os. Os rapazes gostam de pechinchas e de se divertir com aquilo de que mais gostam: a música.
Para eles a festa não é no backstage, depois do concerto. É em palco que estão a bem, é lá a animação.
Uma curiosidade da entrevista foi a sessão fotografica ter decorrido num hiper-mercado Lidl, onde, dizem, encontram pechinchas e muita côr, um ambiente colorido.
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You Should Never Leave Me, Slimmy
Há dias lembraram-me deste tema, muito bom e que ganha nova vida nesta versão acústica. Aliás, a conversa original aludia a esta visão que se pode dar a um tema sem o deixar morrer, só porque se tiram os instrumentos eléctricos. Há uma grande honestidade em fazer música assim, em interpretar temas neste formato.
Este "You should never...", por exemplo, fica com uma beleza arrepiante em formato acústico.
Viva a música.
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quarta-feira, fevereiro 18, 2009
"Dois homens e meio"; série cómica
Ultimamente, cerca das 20h40 da noite, hora de jantar, é hora de ver o "Dois homens e meio", série cómica sobre dois homens solteiros e o filho de um deles.
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terça-feira, fevereiro 17, 2009
"Fruit at work", gestão moderna

Desconhecia esta práctica: empresas que para além de terem máquinas automáticas de café, de comida, ou "fontes" de água mineral para uso dos empregados a custo zero (ou baixo custo), põe à disposição do pessoal caixotes de fruta.
No sítio novo onde estou a trabalhar este conceito já é aplicado, embora em pequena escala.
Porque achei a ideia interessante, e já tinha reparado na marca impressa nos caixotes da fruta, fui pesquisar na internet que empresa é esta, a Fruit@work.
A ideia é divertida e acompanha uma série de novas medidas que as empresas começam a desenvolver, como sejam creches para os funcionários deixarem os filhos (e as vantagens aqui são óbvias), ginásios com condições especiais, lições de línguas gratuitas (no caso da minha empresa já existem e há a possibilidade de as frequentar à hora de almoço), etc.
Independentemente de qualquer discussão que se possa aqui começar (devido ao número de horas que passamos nos escritórios) a verdade é que bom saber que as empresas tentam equilibrar o ambiente no local de trabalho com medidas inovadoras e potenciadoras de maior satisfação dos trabalhadores.
Esquecendo por instantes a crise, os baixos ordenados e despedimentos, interessem-se pela conceito fruit@work e espreitem o site da empresa em: http://www.fruitatwork.pt/. Nada melhor para perceber e conhecer melhor.
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domingo, fevereiro 15, 2009
"Phalasolo", New Max
Este é um dos álbuns para ouvir amanhã na viagem até Lisboa.
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"Conversa de botequim", por Couple Coffee
Ouvi hoje na televisão este tema, interpretado por esta dupla brasileira. Já estive entretanto a ver no youtube outras versões da música, que ainda não percebi se é um original do Chico Buarque.
De qualquer modo, gostei acima de tudo da forma como o baixo acompanha a voz. É uma visão diferente desta música, especificamente, ou da música em geral.
Para além destes vídeos do Youtube, é interessante ver a página do myspace da banda (http://www.myspace.com/couplecoffee), que honestamente conheço mal, mas estou interessado em saber mais.
Versão estúdio, com teledisco
Versão ao vivo
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Vampire Weekend, música para carrocel
O que é que acontece quando se junta a brit-pop com música de feira? Os Vampire Weekend.
Este tema muito específico, por exemplo, lembra-me um daqueles filmes em que a certa altura há um bailarico e toda a gente salta para dançar.
Muito divertido.
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sexta-feira, fevereiro 13, 2009
"Dois dias em Paris"; um é pouco, dois é bom, três é demais
Julie Delpy escreveu, realizou e protagonizou esta história, um filme de categoria B, sobre a fragilidade das relações e de como são permeáveis a crises, partindo do princípio de que vale mais dizer a verdade, por mais amarga que seja, do que ser confrontado com as situações mais tarde, quando já tudo soa a mentira.
Apesar de parecer, pela descrição inicial, um drama, trata-se de uma comédia romântica, muito distante daquelas histórias ligeiras e sensaboronas em que sabemos de ante-mão que no final o rapaz fica com a rapariga e que tudo acaba em bem. Este casal vê-se confrontado com o desconhecimento que ambos têm um do outro, quando vão dos EUA para Paris (terra-natal de Marion) e Jack começa a ver a sua namorada com outros olhos e a debater-se com este "nova pessoa" que ele não conhece e com que não sabe lidar.
As discussões sucedem-se umas atrás das outras e entre os pequenos "gags" que vão surgindo, fica a dúvida se haverá solução para este casal.
A fotografia dá ares de documentário, o que favorece o filme, quanto a mim, que acho que juntamente com os outros condimentos faz deste filme uma comédia romântica "sui generis".
Divertido e emotivo, uma história engraçada para ver a dois.
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"Maria Cheia de Graça"; depois da tempestade vem a bonança
Antes de mais, fazer o apontamento que me faz não começar o texto por dizer que o filme é espectacular: o final é bom, mas acho que esperava um final mais dramático.
Posto isto, adiante; a história gira em torno do correio de droga proveniente da América do Sul, mais concretamente da Colômbia. Seguimos a história de Maria, uma jovem de 17 anos que vive na miséria, numa vila do interior do país, numa casa pequena e que sustenta a sua família com o ordenado que ganha a tirar espinhos de rosas para exportação. A situação agrava-se (e um cliché é sempre um cliché, mesmo quando se gosta de um filme...) quando Maria engravida do seu namorado.
Com um futuro pouco risonho, decide agitar o marasmo juntando-se a outras "mulas" (como lhes chamam), que têm por missão entrar nos EUA com elevadas doses de droga no estomâgo, missão de grande risco porque o menor contacto da substância com o organismo e é morte certa. Cedendo ao apelo do dinheiro, a jovem acaba por se ver envolvida em algo muito maior do que ela supunha, desde as situações que decorrem durante a viagem aos sentimentos que vão surgindo à medida que se afasta do seu lar e da sua terra natal.
Talvez até resida aí a lógica do final da história. Se calhar porque eu não vi o "bright side" da situação, não percebi o final, que, tal qual a minha cara metade deprendeu e sugeriu, remete para a esperança e para a necessidade de se ver o lado positivo das coisas, extrair algo de bom de tudo o que acontece.
Se calhar só assim, esta Maria pode ser uma Maria cheia de graça.
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quinta-feira, fevereiro 12, 2009
Cobertores feitos de material reciclado
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